A história da civilização está sendo mais uma vez atingida por momentos de impetuosidade e arrogância.
Valores humanos são facilmente suplantados por interesses comerciais e políticos menos nobres, expondo cidades e povos à morte e à destruição.
Para a escalada evolutiva da sociedade humana as guerras atuais são apenas novos desdobramentos de um aprendizado difícil, construído em milhares de anos de lutas, catástrofes e descobertas.
À nós, contemporâneos dessa demonstração grosseira de primitivismo, cabe a reflexão consciente, a manifestação pacífica, a atitude solidária.
Os acontecimentos no oriente médio dizem respeito a todo o mundo.
As causas da intolerância entre oponentes, com desfecho bélico naquele contexto são encontradas facilmente em nosso cotidiano.
A busca prepotente de afirmação sobre os outros, a disputa por espaços territoriais, os preconceitos raciais e religiosos, os ganhos financeiros obtidos de modos ilícitos, são todos fontes de alimentação de situações de intensos confrontos e conseqüências negativas imprevisíveis.
Os momentos de perplexidade diante das cenas televisivas sobre o conflito devem dar lugar a aspirações mais profundas sobre um modo de vida mais harmonioso com as pessoas e o meio ambiente.
Trata-se de construir novas alternativas de vida, novas posturas sociais, comportamento ético.
Nosso país, nossas cidades, nossas comunidades são a nossa oportunidade de construirmos um futuro menos sombrio para as próximas gerações.
Ou esse momento não terá servido, como severa lição para a humanidade.
Valores humanos são facilmente suplantados por interesses comerciais e políticos menos nobres, expondo cidades e povos à morte e à destruição.
Para a escalada evolutiva da sociedade humana as guerras atuais são apenas novos desdobramentos de um aprendizado difícil, construído em milhares de anos de lutas, catástrofes e descobertas.
À nós, contemporâneos dessa demonstração grosseira de primitivismo, cabe a reflexão consciente, a manifestação pacífica, a atitude solidária.
Os acontecimentos no oriente médio dizem respeito a todo o mundo.
As causas da intolerância entre oponentes, com desfecho bélico naquele contexto são encontradas facilmente em nosso cotidiano.
A busca prepotente de afirmação sobre os outros, a disputa por espaços territoriais, os preconceitos raciais e religiosos, os ganhos financeiros obtidos de modos ilícitos, são todos fontes de alimentação de situações de intensos confrontos e conseqüências negativas imprevisíveis.
Os momentos de perplexidade diante das cenas televisivas sobre o conflito devem dar lugar a aspirações mais profundas sobre um modo de vida mais harmonioso com as pessoas e o meio ambiente.
Trata-se de construir novas alternativas de vida, novas posturas sociais, comportamento ético.
Nosso país, nossas cidades, nossas comunidades são a nossa oportunidade de construirmos um futuro menos sombrio para as próximas gerações.
Ou esse momento não terá servido, como severa lição para a humanidade.
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