01 setembro 2006

CAMPANHA ELEITORAL

A campanha eleitoral à Presidência da República ganha exposição na mídia.

Destacam-se nas primeiras aparições dos candidatos,
em monólogos para convencionais partidários,
posturas pouco esclarecedoras, dirigidas para o consumo interno,
motivando a militância com frases de efeito e conteúdos duvidosos.

Evidencia-se principalmente o caráter emocional dos discursos,
predispostos a exacerbação de preconceitos
e proliferação de falsas verdades com intuitos conhecidos.

É preciso que a sociedade - o papel da imprensa é fundamental -
exija revelações claras sobre propostas de governo.

Dos principais candidatos é possível prever que os rumos do debate
ficarão entre comparativos de desempenho,
intencionalmente descolados das influências da economia mundial,
e impulsivas demonstrações de defesa da ética no poder federal.

Nosso país quer olhar para a frente mais próspero e desenvolvido,
onde as pessoas façam parte desse desenvolvimento.

Crescimento econômico pode ser aliado de medidas
que protejam o meio ambiente e garantam futuro das novas gerações.

Os últimos governantes esmeraram-se em estabilizar a economia,
combatendo a inflação e no acesso generalizado de crédito.

O próximo passo é preparar-se para crescer e produzir,
com educação humana e competitiva, gerar empregos sustentáveis,
aprofundar as vocações regionais estimulando o interior do país
e combatendo o esgotamento das grandes cidades.

Com quais estratégias construiremos o nosso futuro
é o debate que verdadeiramente importa.

É o que esperamos aprofundar nos próximos meses, até a eleição,
com a colaboração daqueles que almejam governar.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

A FORÇA DO POVO